— Desliguem isso! Desliguem agora! — Berrava Alana, a voz estridente e os olhos arregalados de pânico, enquanto avançava descontrolada em direção aos equipamentos.
Mas o pesadelo estava apenas começando. O telão piscou e novos vídeos começaram a surgir. Dessa vez, as imagens mostravam uma Alana ainda mais jovem, e a vítima não era Irene, mas outra garota vestindo uniforme do ensino médio. Janelas de vídeo se multiplicavam na tela, reproduzindo simultaneamente diferentes cenas de agressão, criand