O tempo, desde a queda de Mahruk, passou a se medir de outra forma. Não mais pelos ciclos lunares nem pelos ventos das estações. Tudo girava agora em torno da vida que crescia dentro de Brianna.
Os dias eram preenchidos com rituais de restauração, reuniões silenciosas entre os sobreviventes e uma nova rotina de trabalho em comunidade. As fendas haviam sido seladas, mas as feridas abertas por elas ainda pulsavam na terra e nas pessoas. Era uma reconstrução não só de pedra e madeira, mas de confi