O céu de Raventon havia mudado. Era como se uma película cinzenta e líquida cobrisse o firmamento, ondulando de tempos em tempos como o reflexo distorcido de um lago perturbado. Não chovia. Não ventava. Mas tudo estava errado. O ar era denso, as sombras mais espessas, e os olhos dos animais selvagens — mesmo os mais distantes — brilhavam como brasas, inquietos.
Brianna sentia o desequilíbrio em cada nervo do corpo.
As revelações nas ruínas do Oráculo Negro ainda reverberavam dentro dela, como s