O céu de Raventon começou a se fechar por volta do meio-dia.
Era primavera, mas as nuvens carregadas surgiram como no coração do inverno. O vento se ergueu com um sussurro antigo, frio e doce como ervas mortas. Os pássaros fugiram das árvores. O sino da torre soou sozinho. E a vila, em reconstrução, silenciou como se algo maior que o tempo se aproximasse.
Peter estava no limite da floresta quando sentiu.
O cheiro veio primeiro — o aroma que seu corpo conhecia de cor, entre lavanda selvagem e tr