O amanhecer chegou como uma bênção silenciosa.
Depois de dias mergulhados em escuridão, a luz filtrava-se tímida pelas árvores destruídas de Raventon. O ar estava parado, como se até mesmo o vento estivesse em luto. As cinzas do confronto cobriam o chão como neve sombria.
A vila estava irreconhecível.
Paredes tombadas, casas reduzidas a escombros, magia ainda cintilando em alguns cantos — resquícios de um poder antigo que não se apagaria tão facilmente. Mas o pior havia passado. O horror que su