O tempo em Raventon parecia ter desacelerado desde a partida de Brianna. Dias cinzentos, noites silenciosas. Como se o próprio vilarejo estivesse prendendo a respiração, esperando o momento de respirar novamente.
Klaus caminhava pelas ruínas do antigo templo, onde algumas vigas haviam resistido ao caos da batalha. Ele ajudava a erguer paredes, reconstruir o solo encantado, mas sua mente vagava. Cada pedra levantada parecia mais pesada do que a anterior. E não era cansaço físico — era a ausência