só estava começando.
O relógio da parede marcava pouco depois das quatro da tarde quando dois carros pretos surgiram novamente no horizonte, levantando uma nuvem espessa de poeira vermelha. Santiago olhou pela janela da cozinha, apertou os olhos e, sem dizer uma palavra, deixou imediatamente a caneca de café sobre a mesa.
— Fique no quarto. Tranque a porta. Não abra por nada. — disse, firme, encarando Rafaella. Ela, mesmo fraca, pegou Matheus no colo e fez exatamente o que ele ordenou.
O portão rangeu quando os car