O estampido metálico ecoou como um trovão na velha oficina. A lâmpada fraca que pendia do teto estourou em mil pedaços, mergulhando o ambiente num breu parcial. Bruno imediatamente puxou Rafaella pelo braço, colando-a contra a parede enquanto o informante saía correndo por uma porta lateral, como se já soubesse o caminho.
— “É uma emboscada!” — gritou Rafaella, os olhos arregalados.
Bruno assentiu com os dentes cerrados. — “Ele mentiu. E sabia que estávamos vindo. Fomos vendidos.”
Sem hesitar,