No dia seguinte, antes mesmo de o sol atingir os jardins laterais, Narelle chamou as duas babás até a biblioteca.
A mais jovem entrou primeiro, hesitante, ajeitando a gola do uniforme. A mais velha veio atrás, com a postura reta, as mãos cruzadas à frente e os olhos baixos.
Narelle não mandou sentar. Ficou de pé, encostada à escrivaninha de vidro, a luz da manhã filtrando pelas cortinas pesadas. O silêncio durou tempo suficiente para que a mais nova começasse a suar nas costas.
— Eu sei qu