Tiza já não era a mesma mulher que um dia se calou diante de traições, nem a loba que aceitava meias verdades por medo de perder o que havia conquistado. Ela agora caminhava de cabeça erguida, o cabelo preso com simplicidade, os olhos marcados por uma firmeza que dispensava adornos. Era bastante jovem mas seu comportamento dizia o oposto. Parecia uma senhora.
Mais bonita, diziam alguns — mas era outra coisa. Era presença. Era postura.
Ela falava pouco, mas quando o fazia, era ouvida. Ajudava na