Narelle acordou antes do amanhecer, quando o céu ainda era uma mancha cinzenta sobre a sede silenciosa da Matilha. O cheiro ácido das incubadoras persistia no ar, misturado ao suor frio que empapava seu corpo. Ela respirou fundo, obrigando-se a sentar. Cada centímetro do ventre latejou num protesto brutal, mas não importava. Ainda não.
Enquanto se esforçava para erguer o tronco, ouviu passos. Rhaek entrou no quarto com um semblante exausto, trazendo na mão o relatório lacrado do exame de patern