Capítulo 67

Maya.

Abri os olhos lentamente e me vi em um lugar escuro e tenebroso. Meu corpo estava frio, quase paralisado pelo ambiente gelado. Eu me sentia pálida, minhas mãos estavam brancas como mármore. Levantei-me, desejando envolver-me em algo que me aquecesse. Os meus lábios tremiam e, naquele instante, ouvi uma voz distante, como um eco a ressoar dentro de mim. Era a voz de um homem, mas não a reconheci.

“Quem é esse homem? Por que não o reconheço?”, perguntei-me. A voz ressoou novamente, dizendo-
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