RENZO ALTIERI
O som dos meus passos ecoava pelo hangar, pesado e lento, cada passo uma sentença. Os homens ajoelhados à minha frente mal ousavam levantar os olhos, pois atrás de cada um, um soldado segurava firme um facão — a sentença de morte pendia no ar como uma lâmina invisível. Minha respiração estava controlada, mas por dentro, uma tempestade explodia.
Queria arrancar a pele deles com minhas próprias mãos. Queria torturar cada um até o último grito, fazer com que sentissem a dor que meu