TARYN
Acordo no meio da noite.
Não sei exatamente o que me desperta.
Talvez o pesadelo que só lembro partes.
Ou talvez… ele.
Por um instante, fico imóvel, ainda envolta no calor do corpo de Caius ao meu lado. A respiração dele está mais estável agora, profunda, quase tranquila contra o meu pescoço.
Viro levemente o rosto.
A luz fraca da lua entra pela janela, desenhando contornos suaves sobre a pele dele.
E então eu vejo.
Os ferimentos.
Ou… a falta deles.
Meu coração acelera.
Devagar, me ergo u