TARYN
— Caius…?
Minha voz sai baixa, confusa.
Mas algo não está certo.
A respiração dele está irregular. Pesada e descompassada.
Eu me viro rapidamente, apoiando-me no cotovelo para vê-lo melhor. A luz fraca que entra pela janela mal ilumina o quarto… mas é o suficiente.
Há sangue.
Meu estômago revira.
— Caius!
Eu me sento de imediato e puxo os lençóis, tentando enxergar melhor. O tecido está manchado, e agora consigo ver com clareza: o sangue é dele.
Meu coração começa a bater forte demais.
— O