TARYN
Sigo as orientações de Dina.
Fico no quarto.
Não por obediência cega, mas porque entendo rápido que não é apenas o povoado que me acusa. Os empregados também estão me olhado estranho, ainda pior do que quando cheguei.
As horas passam lentas, viscosas. A chuva diminui, vira um chuvisco insistente, mas o som das vozes não desaparece por completo. A multidão se dispersa aos poucos, contida pelos guardas do alfa que mantêm a propriedade protegida, firmes, imóveis, como uma muralha viva.
Mesmo