TARYN
A porta se fecha.
O som da chave girando ecoa mais alto do que deveria.
Por um instante… eu não me movo.
Fico ali, sentada, sentindo o silêncio pesar sobre meus ombros como algo físico. O ar ainda carrega o cheiro do sangue que já não está ali. Mas eu sinto. Ainda sinto o aramo ácido e doce.
Sempre vou sentir.
Dina.
Engulo em seco.
Não posso pensar nisso agora.
Não posso.
Um som baixo corta o silêncio.
Um arrastar leve.
Eu viro a cabeça devagar.
A garota.
Ela está escondida atrás da poltr