TARYN
Ele entra no quarto primeiro.
As velas já estão acesas, lançando sombras longas pelas paredes. O ambiente está aquecido.
Eu paro perto da porta.
O silêncio pesa mais do que qualquer discussão. Caius começa a desfazer as luvas com movimentos lentos, controlados.
Não me olha.
— Não estou pedindo nada de você esta noite — diz, por fim. — Mas você precisa de mim.
A palavra não é suave.
— Você decide isso agora? — pergunto, baixo. Não há desafio direto na minha voz, apenas exaustão.
Ele se vir