Os dias começaram iguais, mas cada amanhecer trazia uma sensação de pesadelo sem fim. Irina não era mais a dona de nada — agora era um corpo a serviço de Juli, um objeto de humilhação constante.
Ela varria o chão, lavava a louça, limpava cada canto da casa, enquanto Juli observava com um sorriso cruel. Cada erro, por menor que fosse, resultava em tapas, puxões, ordens gritadas, uma demonstração diária de poder que deixava Irina exausta e com o corpo marcado.
João permanecia no cenário como um o