O quarto estava mergulhado em sombras, apenas a luz fraca da luminária iluminando o rosto crispado de Juli. Sentada na beira da cama, ela segurava o telefone com força, a voz trêmula e carregada de raiva.
— Você não entende! — gritava para a amiga do outro lado da linha — Ele ainda pensa nela! Ainda chama o nome dela à noite! Como pode? Eu estou aqui, eu sou tudo para ele, e mesmo assim… — ela bateu na cama, respirando com dificuldade, os olhos brilhando de ódio — mesmo assim, ele ainda lembra