MARKUS BLACKWOOD
— Vai, pai! Usa o raio! Usa o raio! — Mark gritava, pulando no sofá.
Eu segurava o controle do videogame e meus dedos, treinados para realizar suturas microscópicas em artérias coronárias, pareciam incapazes de fazer um encanador bigodudo fazer uma curva fechada sem cair num abismo de lava.
— Eu estou tentando, Mark. — Resmunguei, inclinando o corpo para a direita como se isso fosse ajudar o personagem na tela. — Mas esse macaco no carro conversível está trapaceando.
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