MARKUS BLACKWOOD
— Mark!
Minha voz rasgou o ar, arranhando minha garganta. O som simplesmente desapareceu, engolido pela imensidão verde. Nenhuma resposta.
— Mark! Responda ao papai!
Olhei para a água. Era rasa, batendo apenas nos tornozelos, cristalina o suficiente para ver os seixos no fundo. Ele não tinha se afogado ou sido levado pela corrente. Era impossível.
Para onde ele foi? Como um menino de oito anos simplesmente evapora no ar num piscar de olhos?
— Markus! — Leah gritou.
Enfi