MARKUS BLACKWOOD
Sobrevivi à primeira noite.
Meu pescoço parecia ter sido usado como saco de pancadas por causa do casaco enrolado que serviu de travesseiro, e um grilo insistiu em cantar diretamente no meu ouvido por três horas, mas eu estava vivo. E o mais importante: eu não tinha reclamado. Leah me olhou com desconfiança enquanto eu tomava meu café instantâneo, esperando que eu vacilasse. Eu não ia dar esse gosto a ela. Aquela massagem já era minha.
— Muito bem, exploradores. — Falei, lev