MARKUS BLACKWOOD
Um grito rasgou o ar da montanha. Não era o grito de uma criança. Era a voz de Leah.
— Leah! — Gritei de volta. Virei na direção do som e comecei a correr. — Leah! Onde você está?!
O barulho do riacho ficou mais forte novamente, o que significava que eu estava voltando para perto do acampamento.
Quebrei a última barreira de arbustos e a vi.
Ela estava parada na beira de um declive acentuado e olhava para baixo, para a escuridão de uma ravina estreita, com as mãos cobrindo