ELIZABETH WINTER
O som mais alto da minha vida neste exato momento, era o tique-taque mental que contava os três minutos mais longos da história da humanidade.
Eu estava sentada na tampa do vaso sanitário, com as mãos ansiosas segurando a caixinha vazia do teste de farmácia. O teste em si estava repousando sobre a pia, virado para baixo, como uma carta de baralho que eu tinha medo de virar.
Do lado de fora da porta trancada, Noah me chamava.
— Mãe! Mãe! Abre! — Noah batia na madeira com