ALEXANDER HAMPTON
— Alex... — A voz dela era um sussurro carente. — Alex, acorda.
Abri um olho, lutando contra o sono pesado.
Eram 3:17 da manhã de uma terça-feira chuvosa em Nova York.
Eu sabia a hora exata porque o relógio digital na mesa de cabeceira brilhava em vermelho demoníaco no quarto escuro.
Ao meu lado, Lizzy se mexeu na cama. Ouvi um suspiro. Depois outro. Depois senti um dedo cutucando meu ombro.
— O que foi, amor? — Perguntei, com a voz rouca. — Você está passando mal?