Dianne
No caminho, ela falou sem parar. Criticou a estrada escura, o motorista, falou mal da esposa do meu irmão mais velho e reclamou do seu novo médico.
— Eu continuo dizendo que sinto dores, mas ele não muda a medicação. Eu quero algo mais forte.
O carro parou diante do portão que foi aberto. Acima dos muros havia seguranças armados. Quando entramos, mais gente com armas em mãos. A minha mãe se aproximou da janela e olhou para fora com espanto.
— Meu Deus... Por que tudo isso?
— Para prevenir