— Ele está morto — alguém gritou.
A frase provocou pânico no vagão.
Os passageiros se levantaram ao mesmo tempo, empurrando-se no corredor estreito. Uma criança começou a chorar, e o funcionário responsável pelo vagão tentou pedir calma, mas sua voz se perdeu no tumulto.
Helena ajoelhou-se diante do homem do assento 18.
— Sofia, preciso de você aqui.
Sofia atravessou o corredor e verificou o pulso do passageiro.
— Ele está vivo.
Laura soltou o ar que prendia.
— Vivo?
— O pulso está fraco, mas r