Helena ergueu a certidão.
— Celina Avelar.
Celina ficou imóvel.
Dário olhou para o documento e perdeu a cor.
— Não pode ser.
— Você conhece esse nome? — Helena perguntou.
Ele não respondeu.
A menina nos braços de Eduardo começou a chorar.
Celina aproximou-se lentamente.
— Dê-me a certidão.
Helena entregou o papel.
Celina reconheceu a própria caligrafia no canto inferior da página. Não era o nome da criança. Era uma anotação feita por ela, décadas antes, quando ainda acreditava que a filha estav