A inquietação que dominou meu coração no início deu lugar à tranquilidade, mas se transformou em irritação.
Caminhei até a porta e bati novamente, mas do lado de fora ainda não houve resposta.
Pressionei os lábios e gritei:
— Estou com fome! Não me importa qual seja o propósito de vocês ao me manterem trancada aqui, mas se algo me acontecer por causa da fome, quero ver como vão explicar isso aos seus superiores!
...
Ainda assim, ninguém respondeu.
Do lado de fora, reinava um silêncio absoluto.
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