Depois de falar, ele sacudiu minha mão com força. Meu corpo inteiro cambaleou um pouco. Olhei para ele com raiva e disse:
— Precisa agir como um louco? Quando foi que eu me sacrifiquei por amor, que cozinhei por amor? Não foi você quem insistiu em comer minha comida, me forçando a ir para a cozinha? Eu me queimei e você nem ao menos se dignou a me consolar, e ainda fica zombando assim, sem parar?
— Hmph! — Ele soltou uma risada fria. — Então quer dizer que, para o Gustavo, você cozinha de bom gr