— Por que não quer mais me perguntar?
As mãos dele estavam cada vez mais ousadas, aplicando uma pressão sutil, porém habilidosa, que puxava os meus nervos com intensidade.
Aos poucos, senti minhas bochechas começarem a esquentar. O corpo dele já não estava mais frio, e seu peito firme parecia em chamas.
Mesmo estando tensa em seus braços, minhas pernas fraquejaram, a ponto de eu mal conseguir me manter de pé.
Agarrei com força a gola da camisa dele, sustentando meu corpo só pela firmeza de sua c