Naquele momento, entre nós dois, já não havia mais nada a esconder, e tudo ocorria com plena consciência.
Minha cabeça repousava sobre um dos braços dele, enquanto o outro braço ainda estava em volta da minha cintura, e meu corpo inteiro permanecia tenso, sem que eu me atrevesse a mover um único músculo.
Ele me olhou com os olhos semicerrados e disse, com a voz rouca e preguiçosa:
— O que foi?
Eu estava completamente aninhada em seus braços, sem saber onde colocar as mãos, e com um pequeno movim