Patrick dirigiu como um louco até o apartamento de Amélia, o coração disparado no peito. A autorrepreensão ecoava em sua mente, cada palavra um chicote.
_ Patrick como você é idiota! Estúpido! Como fui estúpido!
Ele precisava consertar, precisava se desculpar, precisava de Isabel. Chegou a rua e avistou o prédio, subiu as escadas quase correndo e bateu na porta do apartamento de Amélia. A porta se abriu, revelando Amélia, que o olhava com uma expressão severa, os braços cruzados.
_ Onde e