Ela dirigiu até o aconchegante apartamento de Amélia. Cada curva, cada semáforo, a levava para mais perto de um porto seguro. Quando parou em frente ao prédio, as mãos ainda tremiam. A porta se abriu antes mesmo que ela tocasse a campainha, revelando o rosto preocupado de Amélia. Sem dizer uma palavra, ela abriu os braços, e Isabel se jogou neles. Foi um abraço apertado e caloroso, um refúgio silencioso onde as lágrimas, antes contidas, finalmente puderam vir. Soluços silenciosos sacudiram o co