Selene
O beijo virou roçar de boca quente no meu pescoço, a respiração dele batendo molhada na marca. Ele lambeu a pele e mordeu, não para machucar, para lembrar. Meu corpo respondeu. Eu arqueei, senti o calor descer e subir.
— Fala que me quer. — ele exigiu, um sopro.
— Eu te quero. — devolvi, sincera — Mas eu quero fazer do meu jeito.
Soltei o pulso da parede, inverti as mãos, prendi os punhos dele contra a pedra. Ele deixou. Eu desci a boca para o queixo, arranhei com os dentes a linha da ma