Selene
Um menino de uns oito anos, sardas espalhadas e o nariz arrebitado, ergueu a mão.
— Eu posso ser lobo? — perguntou.
Sorri.
— Você já é.
A clareira riu. Riram as mulheres, os homens, até o bebê fez um som que parecia gargalhada. Por alguns minutos, fomos só povo que se une.
O vento mudou. A fogueira pousou faíscas em lugar errado. Rurik levantou a cabeça como cão que fareja tempestade. Dagan estreitou os olhos para a linha das árvores. Eu também senti, o ar carregou um metal velho.
— Chei