Damon
As correntes da torre não são para prisioneiros. São para mim.
Selene não sabe disso quando entra, não bate, apenas cruza o umbral empurrada por sua própria curiosidade teimosa, e encontra o salão superior aberto, as tochas queimando azul, as paredes cobertas de runas antigas que sobem como trepadeiras de sombra. Lá fora, a lua derrama prata por entre as ameias, aqui dentro, o ar vibra como corda esticada.
— Você dorme aqui? — ela pergunta, passando a ponta dos dedos por um dos elos negro