Selene
O ar frio tocou minha pele, a luz da tocha lambeu minha clavícula, e a boca de Damon desceu para o lugar onde o pulso do meu coração é mais teimoso. Ele beijou. Não com ternura, com intenção. Depois mordeu, curto, e chupou até a pele reclamar. Uma marca escura nasceu sob seus lábios.
— Não faça isso. — pedi, sem convicção.
— Por que não? — A voz veio abafada contra minha carne — Tem medo do espelho? Ou do dia?
— Do espelho. — confessei, sem saber por que.
Ele riu contra a pele, o som vib