Damon
Seguro sua cintura e a puxo para o meu colo, transversalmente, de modo que um de seus braços se apóie no meu ombro e o outro fique livre. Ela se enrijece, Ash rosna alto dentro dela, eu sinto, como se a vibração viesse pelo osso.
— Se me prender, eu mordo. — Selene avisa, sem tremor.
— Eu quero que morda. — devolvo, sério.
Minha mão desliza devagar, do joelho dela ao quadril, só o peso do toque, nada de pressa. Com a outra, seguro a nuca, não aperto, não forço, ancoragem. A runa atrás de