Flávia
Adormeci exausta, saciada. E, quando acordei com a claridade suave do amanhecer, virei o rosto: lá estava ele, dormindo tranquilamente, o semblante sério, mas sereno. Ele era lindo.
— Bom dia, gato… — murmurei ainda sonolenta, minha voz arrastada. Ele nem se mexeu.
— Bom dia, amor… — insisti, agora depositando um beijo leve em seu peito.
Ele resmungou baixo, os olhos fechados.
— Hum… deixa eu dormir mais um pouco.
Sorri diante da preguiça dele e deslizei a mão pelo seu corpo.
— Acorda… —