A casa de Hudson parecia mais viva na manhã da despedida.
A luz entrava pelas janelas com um brilho diferente, como se soubesse que aquele seria o último café da manhã deles ali.
Noah preparava a mesa enquanto Clara limpava os respingos de tinta da bancada — não todos, só os que não pareciam memória.
— Tudo pronto? — ele perguntou, ao ver a mala dela encostada na porta.
— Quase.
Ainda falta me despedir da parede.
Ele sorriu.
E foi junto.
No cômodo dos fundos, a pintura seguia firme, como se tiv