Noah acordou às onze e quarenta e dois da manhã.
Foi como emergir debaixo d’água.
O quarto ainda escuro, o corpo inteiro dolorido — como se tivesse passado dias sem se permitir parar. Talvez porque realmente tivesse.
Espreguiçou-se com lentidão, olhos ainda pesados. Na cabeceira, o celular desligado. Nem lembrou de colocar pra carregar. A primeira mensagem que viu quando ligou foi de Elias:
[09:14] Elias:
Ela acordou cedo. Estava desenhando. E te procurou com os olhos.
Entreguei a carta. Ela nã