Helena se levantou, esticando o corpo dolorido. O cansaço que não a visitara enquanto pintava finalmente se fez presente.
Olhou para seu companheiro, o relógio antigo que pendurou na parede da nova sala: quase seis horas da manhã.
Arrastou-se até o quarto e se jogou na cama.
Os lençóis enviados por seus pais a envolveram como um abraço silencioso, e, entregando-se ao sono, murmurou para si mesma: “Um dia… só falta um dia.”
Dormiu por quase cinco horas — tempo suficiente para que a tinta do qua