“Há limites que não se negociam depois que alguém os atravessa.”
Santiago chegou ao banheiro cambaleante, a cabeça girando como se o chão estivesse se movendo sob seus pés. A lucidez escorria por entre os dedos. Puxou o celular do bolso com a intenção de pedir ajuda, mas a visão turva fazia os caracteres se embaralharem na tela, linhas sem sentido. Guardou o aparelho com dificuldade e precisou apoiar ambas as mãos na grande bancada de mármore para não cair.
Tateou até encontrar o registro. Abri