“Quando o amor é casa, o mundo desacelera.”
Helena despertou lentamente, com a luz da manhã filtrando-se pela vidraça e pousando sobre sua pele com um toque morno. Do lado de fora, o canto dos pássaros se entrelaçava ao silêncio do chalé, criando uma melodia preguiçosa. Ao abrir os olhos, percebeu-se sozinha na cama baixa do mezanino, envolta por uma calma rara.
O banho de banheira que Santiago insistira em preparar na noite anterior — e tudo o que haviam compartilhado dentro dele — permanecia