O demônio, sentado em seu trono de brasas vivas, gargalhava enquanto observava os seres humanos tropeçando em suas próprias conclusões equivocadas.
— Deus se vingando... — repetiu, zombeteiro. — É bem a cara deles atribuir ao Altíssimo aquilo que nunca lhe pertenceu.
Ele inclinou a cabeça, entediado.
— Deus não se vinga, seus idiotas. Ele é benevolente, paciente, luminoso. Quem é vingativo sou eu. Só eu.
O eco da sua risada preenchia o abismo.
— Como conseguem ser tão tolos? — resmungou. — Jul