Ela…
— Deite aqui, Hayla — ele murmurou, sua voz grave, mas com uma suavidade que parecia desarmar minhas defesas.
— Você precisa relaxar. Me deixa cuidar de você.
Assenti, sem forças para protestar, meu corpo afundando no colchão macio.
Klaus se afastou por um momento, e ouvi o som de uma bolsa sendo aberta, o tilintar de um frasco.
Ele voltou com uma garrafa pequena de óleo de massagem, o líquido âmbar brilhando sob a luz.