Ele…
Hayla adormeceu ao meu lado no sofá, seu corpo finalmente cedendo ao peso do cansaço, a respiração suave e ritmada contrastando com a tempestade que eu sabia ainda girar em sua mente.
Seus cabelos escorriam sobre o braço do sofá, emaranhados, e sua mão repousava frouxa sobre meu peito, como se, mesmo no sono, buscasse um porto seguro.
A luz fraca do abajur banhava seu rosto, suavizando as linhas de tensão que horas antes a faziam parecer tão frá