Ela…
Klaus e eu estávamos na sala, naquela quietude gostosa que só a paz do cotidiano consegue oferecer.
O som da cidade mal chegava até o apartamento, e tudo o que importava era o calor do corpo dele sob minha pele.
Eu estava deitada em seu colo, com as pernas esticadas sobre o sofá, os olhos semicerrados, deixando a ponta dos dedos brincarem com a barra da camisa que ele usava.
Ele fazia carinho nos meus cabelos, devagar, com aquela calma rara dele, como se o mundo lá